A Renault apresentou na última semana, o modelo Mégane RS, no entanto quem roubou a cena e atraiu a atenção dos presentes ao evento foi o anúncio de que o SUV Captur será importado para o Brasil a partir do primeiro semestre de 2014. Baseado em seu irmão, o Duster, o utilitário chega ao mercado para bater de frente com o Ford EcoSport.

Essa importação será resultado do programa Inovar-Auto, iniciativa essa que dá a Renault o direito de importar 9.600 carros sem pagar o IPI extra. Segundo os executivos da montadora francesa, grande parte da frota importada será composta pelo Captur.

Ciente de que o Duster conseguiu brigar de igual para igual com o Ford EcoSport, a Renault resolveu aproveitar essa oportunidade para lançar um modelo que venha a ser capaz de deixar o carro da montadora norte-americana para trás, por isso está trazendo o novo Captur 2014 para o Brasil.

Se por um lado, o Duster possui um visual muito mais arrojado, com linhas fortes e cara de mal, por outro, o Renault Captur 2014 contará com um design mais leve e com contornos mais modernos, assim como o Ford EcoSport.

Em relação ao seu interior, o Captur 2014 contará com um acabamento mais refinado, além de uma lista de itens de série muito mais completa que a presente no Renault Duster. Haverá também a opção de personalização, sendo assim o consumidor poderá dar sua cara à parte interna do SUV.

A Renault deve trazer apenas a versão top de linha do novo Captur, modelo esse que será equipado com motor 1.2 turbo capaz de gerar 120 cv de potência, acoplado a uma transmissão automática de seis marchas e contando também com o sistema de dupla embreagem.

A expectativa é de que o lançamento da Renault esteja disponível nas versões 4×2 e 4×4. Em relação ao preço, o Captur 2014 custará em torno de R$ 70 mil, no entanto é importante lembrar que são apenas especulações, visto que a montadora francesa ainda não se manifestou de forma oficial.

Há a previsão de que o Renault Captur comece a ser fabricado no Brasil, mais precisamente na planta de São José dos Pinhais (PR), em meados de 2015, no entanto, a posição atual da marca francesa é de que essa possibilidade dependerá das vendas do modelo no mercado brasileiro.